Segurança para o pet: como evitar que seu cão fuja de casa

O desaparecimento de um animal de estimação é sempre uma experiência traumática. Não apenas pela ausência do pet, mas principalmente pela preocupação de não saber onde e como ele está. Afinal, nada mais angustiante do que imaginar o desespero de um cão que se perdeu de seu dono ou fugiu de casa.

Por mais que sejamos cuidadosos com nossos companheiros de estimação, descuidos acontecem. Pensando nisso, fomos buscar algumas dicas e cuidados que ajudam a evitar fugas. A atenção com alguns detalhes e mesmo um pouco de adestramento podem ser a salvação.

Veja a seguir como pôr em prática nossas dicas.

Por que os cães fogem?

A melhor maneira de evitar fugas é entender porque eles ocorrem. Há muitos motivos que levam o pet a isso e não existem raças que sejam mais propensas a fuga. Cada animal tem a sua personalidade. Por isso, devemos estar atentos a alguns sinais. Aqui estão as principais causas que levam cães e escaparem de casa:

  • Tédio: quando não conseguem gastar toda energia que têm, cães tendem a ficar mais ansiosos. Isso pode estimulá-los a explorar o mundo além dos limites que ele conhece.
  • Necessidade de caça: alguns cães podem ter seu instinto de caça muito aguçado. Se isso se somar a uma personalidade exploradora, ele pode querer sair em busca de aventura.
  • Maus-tratos: sofrer algum tipo de violência pode estimular um desejo de fuga, mesmo que essas agressões não venham de seu dono.
  • Cio: machos podem farejar nas proximidades alguma fêmea no cio e sentir o impulso de ir atrás dela.
  • Território: o instinto natural de muitos cães é de ter o maior território possível. Assim, sentem-se muitas vezes impulsionados a sair a ampliar esse espaço.
  • Curiosidade: busca por novos alimentos, descobrir novos companheiros ou mesmo rivais, explorar territórios. A curiosidade é outro aspecto natural dos cães e um fator que os leva a querer ir além dos seus limites.
  • Mudança: ao chegar a uma casa nova ele pode sentir impulso de sair à procura da casa antiga.

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Como evitar fugas

A primeira coisa é identificar se seu cão tem essa ansiedade de ir além dos seus limites, seja tentando sair pela porta/portão, seja tentando ir além dos limites da guia durante um passeio.

Para evitar que seu cãozinho escape, a ação mais efetiva é bloquear possíveis pontos de fuga. No caso de raças pequenas, é necessário o uso de telas em portões e grades, já que eles têm facilidade de atravessar vãos estreitos.

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Em residências com alta frequência de entrada e saída de pessoas, a dica é instalar um segundo portão, daqueles removíveis e fáceis de ajustar em qualquer porta.

Se o cão tem dificuldade em obedecer suas ordenes, é bom não sair para passear sem coleira e guia.

A castração é também um fator importante, pois com ela diminui o ímpeto de exploração, especialmente quando o estímulo vem do cio.

Adestramento

No caso de animais mais teimosos, vale investir no adestramento. Estabelecer limites próximos ao portão, provocar o cão a ultrapassar esse limite com brinquedos e recompensá-lo sempre que ele obedecer à ordem de ficar.

Se o pet costuma correr à porta sempre que ouve a campainha ou alguém entrando, é preciso adestrá-lo para procurar seu dono ao ouvir esses ruídos. Peça a ajuda de um amigo para ficar do lado de fora. Sempre que a campainha tocar, chame o cão e dê uma recompensa quando ele obedecer ao chamado.

E lembre-se que o desejo de fuga pode não ter nada a ver com falta de carinho. Geralmente, é apenas um instinto natural, um traço da personalidade. Com um pouco de atenção e paciência, isso pode ser facilmente evitado.

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