O que você pode fazer para garantir o futuro financeiro da família agora!

Cuidar de quem amamos é também pensar em seu futuro. Por isso, fazer um bom planejamento financeiro para a família vai muito além de deixar uma reserva para os herdeiros.

Quer saber como planejar da melhor forma a proteção do futuro da sua família? Acompanhe o post e veja 7 boas práticas que conduzem diferentes gerações a uma vida plena e feliz.

Por que é importante investir no futuro financeiro da família?

Independentemente da sua juventude, vitalidade e/ou boa renda financeira, doenças e acidentes não escolhem vítimas. Tanto que o seguro de vida, por exemplo, é indicado para todos, em qualquer idade.

Para não comprometer seu planejamento financeiro com imprevistos, confira 7 tipos de investimentos, diretos ou indiretos, que podem proteger o futuro da sua família:

Investimento na educação do(s) filho(s)

Um ensino de qualidade garante as bases para uma vida adulta autônoma. Além da escola, vale a pena investir em cursos que vão do aprendizado de idiomas a programação e robótica.

Em casa, ensine a cuidar do dinheiro, introduzindo conceitos como o de não gastar mais do que se ganha.Educação financeira é fundamental.

Com o crescimento dos filhos, é hora de considerar um intercâmbio, experiência que traz maturidade, senso de responsabilidade e ajuda a abrir os horizontes. Na bagagem de volta podem vir, inclusive, bons insights em empreendedorismo.

Investimento em organização financeira

Levante as fontes de receitas e despesas, defina o orçamento doméstico e faça o controle por meio de uma planilha ou com um aplicativo de finanças.

Construa uma reserva financeira para emergências. O ideal é juntar entre quatro e oito vezes o valor correspondente à renda familiar integral.

Após construir a reserva, as próximas economias podem ser destinadas à realização de metas de curto a longo prazos — mas não relaxe. Se identificar gastos supérfluos, reduza ou faça cortes no orçamento. Seus objetivos são mais importantes do que compras por impulso.

Se houver dívidas atrasadas, estas devem ser quitadas ou, ao menos, renegociadas com os credores.

Investimentos em bons contatos

As redes sociais tornaram a manutenção dos contatos muito mais fácil, mas para que o relacionamento seja mais efetivo, às vezes é preciso ir além do universo on-line.

Por exemplo: manter contato com antigos colegas de trabalho pode ajudá-lo a receber propostas de empregos melhores e até abrir portas, caso precise de uma recolocação.

Além destes, uma boa comunicação com o gerente do banco, com o corretor de seguros, entre outros profissionais, gera empatia — o que pode levar a propostas exclusivas, soluções diferenciadas, etc.

Investimentos em renda fixa

Estes investimentos atraem perfis conservadores, pois combinam segurança e rentabilidade. A partir de R$ 30, pode-se investir no Tesouro Direto, títulos da dívida do Governo Federal que podem ser comprados pela internet. Quanto mais tempo aplicado, maior o valor obtido e menor o imposto descontado.

Também é possível investir em Certificados de Depósito Bancário (CDB), que são títulos emitidos pelos bancos e assegurados pelo Fundo Garantidor de Crédito.

E também em Letras de Câmbio do Setor Imobiliário (LCIs) e do Setor Agrícola (LCAs), que são emitidas por bancos ou corretoras.

Investimentos em imóveis

Como as construtoras estão com os estoques cheios, o cenário atual está favorável aos candidatos a proprietários-investidores.

Quem escolhe empreendimentos com boas instalações e bem localizados, se possível adquiridos por um valor justo, sempre sai no lucro (seja ao transformá-lo em uma fonte de renda, por meio de sua locação, seja na hora da venda).

Isso acontece porque, como os valores das transações imobiliárias são corrigidos pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC), os preços dos imóveis acompanham a inflação do setor, ou seja, são condizentes com a realidade do mercado.

Porém, para que não percam valor, é importante deixar a manutenção em dia e contar com um seguro residencial para, em caso de sinistro, providenciar os reparos.

Investimento no consumo consciente

Avalie os itens que podem ser cortados ou substituídos por similares mais baratos. Lembre-se de que serviços contratados podem ser renegociados, assim como alguns hábitos podem ser modificados.

Para comprar melhor, evitando o desperdício financeiro com reposições frequentes e o aumento do lixo no planeta, priorize produtos e alimentos cujos processos de produção sejam sustentáveis.

Ao mesmo tempo, invista em tecnologias para poupar os recursos naturais (como painéis de energia solar fotovoltaica, sistemas de captação de água etc.) e, de bônus, ainda diminua os gastos com água e luz.

Investimentos em previdência privada e seguro de vida

Previdência privada e seguro de vida são produtos complementares, voltados para a manutenção do padrão de vida no futuro e proteção da renda, respectivamente.

Ambos têm sido usados em planejamentos sucessórios, pois não precisam passar pela burocracia do inventário para serem transmitidos aos herdeiros — o que os tornam convenientes em um momento de instabilidade emocional e financeira.

Previdência privada

É uma forma de planejar o futuro financeiro, seja para complementar a aposentadoria ou para realizar projetos de vida. Funciona como uma aplicação financeira e é você quem decide quanto quer aplicar e por quanto tempo, para atingir seu objetivo. Lá na frente, você retira o dinheiro seja por meio de uma renda mensal ou sacando o valor integral da reserva.

Existem duas modalidades de plano: o PGBL, que permite deduzir as parcelas em até 12% da sua renda bruta anual; e o VGBL, que não tem esse incentivo fiscal mas que, ao retirar o dinheiro, tem o imposto cobrado somente sobre os rendimentos do plano, bastante utilizado para planejamento sucessório.

Na previdência privada, você também pode escolher a forma como o imposto será cobrado na hora de retirar seu dinheiro. Isso vai depender do tempo que você deixar cada parcela aplicada. Quanto mais tempo, menor poderá ser o imposto a pagar.

Seguro de vida

Todas as modalidades de seguros cobrem um risco. O seguro de vida, portanto, ajuda a manter a renda das pessoas em caso de acidente ou doença. E da sua família em caso de morte.

O seguro de vida também não entra no inventário, pois sua contratação garante amparo financeiro aos herdeiros.

Mais diferenças entre a previdência privada e o seguro de vida

A previdência privada tem como objetivo garantir uma renda na aposentadoria ou recursos para realizar projetos de vida. Já o seguro de vida é voltado para proteger a renda da pessoa e da sua família em caso de morte, acidente ou doença.

A previdência privada é tributada, ou seja, ao retirar o dinheiro tem cobrança de Importo de Renda. O seguro de vida, não.

A previdência privada pode ser penhorada (em alguns estados do Brasil). Já o seguro de vida não tem essa possibilidade.

A previdência privada pode estar sujeita ao ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações. É um imposto estadual sobre bens doados ou herdados e deve ser pago por quem recebe o bem.  É bom verificar se essa cobrança é feita no seu estado. Já sobre o recebimento do seguro de vida, não há essa tributação.

Já existem produtos no mercado que combinam estas duas modalidades, como o Proteção Planejada.

Como garantir que o futuro financeiro da família esteja seguro?

O ideal é contratar os dois produtos: previdência privada para a aposentadoria e seguro de vida para proteção de renda. Todos os produtos acima podem ser considerados para um bom planejamento financeiro para a proteção hoje e no futuro.

Agora que você já conhece as vantagens do seguro de vida e da previdência privada, que tal fazer uma cotação?
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