10 dicas para programar a aposentadoria

Aproveitar a terceira idade com tranquilidade e estabilidade financeira para pagar as contas do mês é o sonho de muita gente. Para isso, é importante programar a aposentadoria e, assim, curtir essa fase da vida.

Aqueles que começam a pensar no assunto tarde demais vão precisar fazer um esforço bem maior. Deixar para depois significa compensar o dinheiro que poderia ter sido guardado antes e, claro, os juros que deixaram de se acumular.

E então, você já começou a pensar nessa questão? Neste texto vamos apresentar a você as 10 melhores dicas para planejar a aposentadoria. Boa leitura!

  1. Comece a se planejar o quanto antes

Investir na previdência desde cedo é uma ótima decisão para planejar sua aposentadoria. Lembre-se de que, quanto antes você investir, menor vai ser a quantia mensal que precisará aplicar. Sem contar que seu retorno será muito maior no futuro.

Jamais esqueça a importância de pensar no seu futuro com antecedência. Planeje-se e organize-se a partir de agora para conquistar todos os seus objetivos financeiros com tranquilidade.

  1. Defina o seu objetivo

Qualquer tipo de planejamento começa a partir de um objetivo. Com a aposentadoria não é diferente! O primeiro passo é definir aonde quer chegar. Estipule quando você pretende se aposentar, com tempo hábil para que o seu esforço para acumular o recurso que será usado na aposentadoria não seja muito grande.

Não faça nada por impulso, pois se aposentar repentinamente certamente lhe trará problemas financeiros no futuro. Ao definir quando atingir o seu objetivo, você terá uma motivação a mais para trabalhar produtivamente. Quanto antes e mais investir, maior será o valor recebido mensalmente em sua aposentadoria.

  1. Saiba com quais receitas contar

Para programar uma aposentadoria tranquila, saiba com quais receitas você poderá contar. A previdência social é um regime compulsório, ou seja, todo trabalhador contribui, sendo administrado pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). O valor pode variar conforme a contribuição feita no decorrer dos anos, limitado a um teto (valor máximo de recebimento). Além disso, o início da aposentadoria depende da idade e do tempo de contribuição.

Por esse motivo, é preciso contar com outras fontes de renda como um plano de previdência corporativo ou individual. A previdência privada é um investimento que complementa a previdência social e garante uma aposentadoria com dinheiro no bolso. Nesse plano, é você quem escolhe o valor e a periodicidade da contribuição, além de decidir quando será feito o resgate, desde que seja dentro do prazo de carência mínimo. Saiba qual a modalidade é mais indicada para você!

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

Esse plano é para quem declara o Imposto de Renda (IR) no modelo completo, pois todas as contribuições realizadas podem ser deduzidas da base de cálculo do IR até o limite de 12% da renda bruta anual. No PGBL, o imposto a ser cobrado no momento do resgate será sobre o valor total.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

Esse plano de previdência privada é ideal para quem declara Imposto de Renda no formulário simplificado ou para quem excedeu o limite de dedução do IR (12% da renda bruta anual) com contribuições no PGBL. Nessa modalidade, o valor do imposto a ser cobrado no momento do resgate será sobre o rendimento do plano.

  1. Faça estimativas

Para se programar adequadamente, faça estimativas do quanto você precisará para manter o seu padrão de vida. Nesse levantamento, conte com despesas como moradia, alimentação, saúde e lazer. Você pode incluir outros gastos, de acordo com o estilo de vida que pretende ter na aposentadoria. Com isso, você vai saber qual deverá ser a sua renda quando se aposentar.

Atenção: é comum os gastos de aposentados caírem em até 20%, porém, isso não é uma regra, levando em consideração que alguns custos diminuem enquanto outros aumentam. O importante é ter sempre em foco quais os projetos de vida que pretende realizar.

  1. Calcule a reserva que será necessária

Após já ter uma ideia do valor que deseja ter assim que se aposentar, é preciso calcular o tamanho da reserva que você precisa acumular para que possa manter essa renda mensal na aposentadoria.

Para fazer o cálculo corretamente é necessário levar em conta a rentabilidade líquida de impostos e de taxas, assim como o rendimento real (que considera o efeito da inflação). É claro que parar para fazer as contas pode ser um pouco complicado, por isso, o ideal é contar com um profissional qualificado para ajudar nessa tarefa.

  1. Planeje sua poupança

A renda total da sua aposentadoria pode não ser suficiente para garantir o padrão de vida que você pretende ter. Nesses casos, poupar pode ser uma alternativa para conquistar o patrimônio adequado.

Calcule quanto falta para atingir a sua meta e comece a guardar dinheiro. Estipule quais investimentos são os mais indicados para juntar o dinheiro necessário, mas leve em consideração pontos importantes, como a inflação.

Definidos e analisados todos esses pontos, é hora de colocar o plano em ação. Elabore uma boa estratégia de poupança e respeite os prazos e valores, afinal, você está guardando para o seu próprio bem. Certifique-se de que conseguirá alcançar os objetivos estipulados dentro do prazo.

  1. Pense em outros investimentos

Além da previdência, os investimentos a longo prazo podem ser uma ótima saída para as pessoas que já estão pensando na aposentadoria, lembrando que a aplicação vai variar de acordo com o perfil do investidor.

A bolsa de valores, por exemplo, trata-se de um investimento de longo prazo que traz a possibilidade de uma rentabilidade mais expressiva, mas não fornece a garantia. Há ainda a chance da rentabilidade ser ruim. Por isso, é fundamental prestar atenção no momento de escolher em qual ativo investir. O Tesouro Direto é outra opção, já que investimentos em títulos públicos apresentam um risco extremamente baixo e podem garantir uma boa rentabilidade.

  1. Avalie a questão dos imóveis

Você é daqueles que pensam em investir em imóveis para locação? Então procure pensar nas situações em que essa opção é vantajosa. Por exemplo, não é vantagem nenhuma financiar um imóvel para alugar devido aos altos juros ainda cobrados no Brasil.

Logo, o valor de retorno do aluguel não pagaria a prestação do financiamento com os juros embutidos. Porém, se você já tem um imóvel, pode considerá-lo como uma ótima opção de renda no momento da aposentadoria.

  1. Mantenha a regularidade dos seus aportes

Manter os aportes frequentes e a regularidade nos seus investimentos são imprescindíveis para programar a aposentadoria e ter estabilidade financeira no futuro. Não adianta investir muito em um mês por ter sobrado dinheiro e deixar o assunto de lado pelo próximo semestre.

A rotina é, sem dúvidas, o grande segredo para as pessoas que desejam alcançar a aposentadoria de forma tranquila. Por isso, mantenha sempre a regularidade das suas aplicações.

  1. Reveja sua estratégia

O planejamento financeiro precisa ser revisto após um tempo e verificado se está dentro da estratégia. Analise se você está alcançando suas metas e, caso a resposta da análise seja negativa, é necessário ajustar o seu plano.

Está com dificuldades para poupar? Se isso acontecer com você durante o seu plano, poupe mais sempre que puder. Ou seja, se em determinado mês você receber uma quantia extra, guarde uma parte para compensar os períodos difíceis.

Em alguns casos, quando existem problemas no planejamento da aposentadoria, é preciso adiar o tão sonhado momento. Para que isso não aconteça, atente-se às dicas dadas e avalie se não é mais vantajoso diminuir o padrão de vida de sua aposentadoria ou ajustar o modelo de vida atual. Dessa forma, talvez não seja necessário adiar a aposentadoria.

Em todo caso, analise a situação e veja qual é o melhor plano de aposentadoria para você conquistar seus sonhos e objetivos. Lembre-se que, quanto mais cedo começar a programar a aposentadoria, mais conseguirá poupar e menor será o esforço para atingir sua meta no futuro. Afinal, o planejamento financeiro é essencial para a sua vida.

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