Quando vale a pena manter um carro?

Ter um veículo pode ser o sonho e a necessidade de muita gente. Porém, é preciso ter em mente que, para manter um carro, existe uma série de gastos envolvidos que podem dificultar a manutenção desse sonho. Por isso, é preciso avaliar bem quando isso vale a pena.

Vale a pena manter um carro?

Saber se ter um carro na garagem é um bom negócio para você depende de muita reflexão e avaliação do seu dia a dia. Afinal, só olhando para as necessidades de cada um é possível entender o que dá ou não para ser feito em cada caso.

Quem viaja muito, por exemplo, utiliza muito mais o carro do que quem precisa dele só para levar os filhos à escola ou ir ao supermercado, por exemplo. Pessoas que vivem longe dos grandes centros, ou onde o transporte coletivo é bastante escasso, também necessitam muito mais dos carros do que quem mora próximo a uma estação do metrô.

Portanto, em alguns casos, mesmo que aperte no orçamento, o carro acaba sendo uma necessidade diária de trabalho e também de afazeres importantes. Assim, não é todo mundo que pode abdicar do carro imediatamente, pois seu uso é extremamente importante.

A boa notícia, como veremos mais adiante, é que já existem opções para quem precisa muito de um carro, mas não quer ter nenhum gasto adicional para mantê-lo.

Mas, antes, vamos te ajudar a entender se ter um carro é ou não um bom negócio para você. Como isso não é fácil, selecionamos 5 itens para você avaliar e definir se cabem no seu orçamento e, mais importante, se compensa o valor investido. Vamos lá?

Quais itens avaliar para saber se um carro vale a pena?

1. Depreciação

Ao contrário do que acontece com os imóveis, por exemplo, a depreciação é a grande vilã dos carros — especialmente quando o veículo é zero km. Via de regra, um carro só ganha valor com o tempo quando é considerado raridade e se torna item de desejo para colecionadores. Em todos os outros casos, ele perderá valor com o tempo.

Para se ter uma ideia de como o comprador pode perder dinheiro, os carros que menos depreciam com o tempo perdem cerca de 8% do valor ao ano. Porém, para a maioria dos veículos, essa taxa pode chegar a até 15%.

2. Impostos e taxas

Impostos e taxas são gastos que também não dá pra escapar. Como essas taxas são obrigatórias todos os anos, é preciso sempre levá-las em consideração antes de adquirir um carro. Afinal, todos os gastos com ele precisam caber no orçamento, não é mesmo?

Os principais são o IPVA (que vai de 1% a 4% do valor do veículo, dependendo das regras aplicadas), o licenciamento e o seguro DPVAT. 

3. Manutenções

Se você vai utilizar um veículo, ele precisará de manutenções regulares. Esse tipo de gasto muitas vezes é ignorado pelos futuros proprietários, afinal ninguém quer que o carro apresente problemas, mas o próprio desgaste natural dos componentes faz com que isso aconteça.

Gastos com a troca de óleo, troca do filtro de combustível, filtro de ar, troca das pastilhas e lonas de freio, alinhamento e balanceamento dos pneus, troca dos pneus e até mesmo a lavagem são fatores que devem ser levados em conta nesse momento.

Quem roda bastante, inclusive, deve se preparar para a troca dos pneus e a manutenção dos freios anualmente.

4. Gastos inesperados

Certo, você pode ser a pessoa mais organizada do mundo, mas, ainda assim, vai ter que enfrentar gastos inesperados. Se pensarmos na manutenção, para além da preventiva, que abordamos acima, às vezes é preciso realizar a manutenção corretiva quando algo apresenta mau funcionamento.

Além disso, outros imprevistos podem acontecer como um acidente em que, mesmo que o carro esteja segurado, vai ser preciso desembolsar o valor da franquia. Somam-se a isso custos de pedágio em viagens e até eventuais multas de trânsito.

5. Seguro

O seguro também pode representar uma fatia grande do orçamento de quem pretende comprar um carro. Portanto, se você economizou a vida inteira para comprar um carro mais caro, saiba que o seguro também será mais alto e isso vai impactar no orçamento.

Neste caso, é preciso levar em consideração que o seguro, por mais caro que possa vir a ser, é extremamente importante e vai livrar o proprietário de muita dor de cabeça caso qualquer incidente aconteça. É um daqueles gastos que até dá para escapar, mas não é muito aconselhável.

E quando não vale a pena manter um carro, mas eu preciso dele?

Há casos em que, feitas as contas na ponta do lápis, ter um carro pode não compensar. Porém, para algumas pessoas, ter um veículo é uma necessidade

Para quem procura algum carro para ter como hobby, pode ser que os gastos não importem tanto se o que eles procuram é uma boa diversão nos fins de semana.

Agora, para quem precisa do carro, mas não quer ter que se preocupar com seguro, manutenções, depreciação e revenda, existe a opção da assinatura de carros.

Com esse modelo de negócio, o motorista não tem que se preocupar com os gastos rotineiros e pode ter um carro novinho na garagem a cada novo contrato. A economia, quando comparado a um financiamento, por exemplo, pode chegar a 24%.

São diferentes modelos e o usuário paga uma mensalidade para utilizá-lo por 12 ou 24 meses e, ao final do contrato, pode renovar com um novo modelo de veículo, 0km. Todos os custos com seguro, manutenções preventivas, licenciamento, IPVA e seguro DPVAT não ficam a cargo do motorista.

Para conhecer mais sobre essa modalidade, acesse o hotsite do Porto Seguro Carro Fácil e faça uma simulação.

E aí, fez as contas? Não importa se manter um carro vale a pena ou não para você: o importante é saber que existem alternativas para todos os tipos de pessoas. Quer receber mais dicas como essa? Siga-nos no FacebookTwitter e Instagram!

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