Como a mobilidade sustentável pode melhorar o Planeta

Emissão de gases veiculares causa danos ao meio ambiente e à saúde

Não é sempre que a gente usa nosso veículo e sai de casa pensando na quantidade de gás carbônico que ele emite para o meio ambiente, não é mesmo? Com uma rotina tão corrida, nem nos damos conta de como a forma com que transitamos pela cidade pode prejudicar o Planeta. Por isso, algumas pesquisas têm apontado a mobilidade urbana sustentável como solução para o futuro.

Esse conceito – mobilidade urbana sustentável –  nos ajuda a criar maneiras de amenizar nosso impacto no mundo, através da utilização de transporte coletivo, integração entre ciclovias,  esteiras rolantes, elevadores de grande capacidade e, até mesmo, a boa e velha caminhada.  

Neste artigo, vamos mostrar o efeito que a emissão de gases veiculares causa à Terra e apresentar algumas iniciativas pelo mundo para diminuição desse dano à natureza, ao clima e à nossa saúde. 

Números que preocupam

Antes de criarmos alternativas, é importante entendermos melhor o contexto em que estamos. Só na Região Metropolitana de São Paulo, por exemplo, há aproximadamente sete milhões de veículos, de acordo com o Relatório de Emissão Veiculares da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Dessa quantia, 34% que rodam têm mais de 20 anos de uso. Ou seja, a tecnologia utilizada por esses veículos para a emissão de gases é antiga e impacta ainda mais no aumento da poluição.

Já o Inventário de Emissões Atmosféricas do Transporte Rodoviário de Passageiros no Município de São Paulo aponta que os carros são responsáveis por 72,6% da emissão de gases do efeito estufa, enquanto realizam o transporte de apenas 30% da população. Ou seja: é preciso investir em transporte público de qualidade.

A partir de uma perspectiva global, o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) mostra que os meios de transporte que utilizam combustível são responsáveis por 25% das emissões de dióxido de carbono. Desse percentual, os carros leves representam 45% do volume; ônibus e micro-ônibus, 5%; aviões e navios, 11%. 

Na prática, os impactos mais conhecidos pela emissão de gases poluentes são: o aquecimento global e o efeito estufa. Há ainda outros, como o efeito smog, onde há diminuição significativa da visibilidade. A palavra smog vem do inglês e é uma junção de smoke (fumaça) e fog (neblina).

Além do efeito smog, há a chuva ácida, responsável por alterações importantes no solo, nas águas e na vegetação. A preocupação em relação à mobilidade também surge com a Organização Mundial de Saúde (OMS), que já alertou para os efeitos dos gases na saúde da população, como os cardiopulmonares. A fumaça do escapamento de motores a diesel, por exemplo, influencia no surgimento do câncer nos pulmões e de tumores na bexiga

O que o mundo tem feito para amenizar o problema

Muitas cidades aumentaram a taxação para carros com maior potencial de emissão de CO2. Em Londres, pessoas que usam modelos antigos no centro da cidade precisam pagar uma taxa de 12 libras esterlinas. O valor é cobrado de proprietários de veículos com mais de 4 anos e/ou que não atendem às normas de emissão Euro 6.

Itália e Alemanha também delimitaram o tráfego de veículos nas regiões centrais da cidade apenas para moradores. A medida busca priorizar o acesso de pedestres e diminuir os índices de poluição. Na Irlanda, será proibida a venda de automóveis à gasolina ou a diesel a partir de 2030, como uma forma de reduzir os impactos da poluição.

Aqui, no Brasil, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em uma resolução de 2009, estabeleceu que cada Estado elaborasse um Plano de Controle da Poluição Veicular (PCPV). Um dado da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) pode aprimorar a criação e atualização desses planos estaduais:  em 2035, os carros elétricos e híbridos podem ser maioria no país. 

O que a Porto faz

A Porto Seguro tem como compromisso buscar novas formas de contribuir com a preservação do meio ambiente e promover a conscientização da sociedade para a sustentabilidade. O desenvolvimento de novos produtos e serviços tem esses compromissos como foco principal, trazendo inovação para nossos negócios. 

Alinhada a esse pensamento, foi criada a Frota Elétrica Porto Seguro, que busca contribuir com a melhoria da mobilidade urbana e a redução das emissões de gases tóxicos na atmosfera. 

São carros, bicicletas e guinchos elétricos que utilizam energia renovável e limpa para realizar resgates. Eles ocupam menos espaço, fazem menos barulho e não emitem gases do efeito estufa. Ah! A Porto também faz recarga gratuita de veículos elétricos e híbridos, com tomada do tipo T2, para todas as pessoas que forem até os Centros Automotivos Porto Seguro, que funcionam das 8h às 18h, de segunda a sexta; e das 8h às 12h, aos sábados.

Mas se o cliente Porto que tem carro elétrico precisar de atendimento local, não tem problema. Há uma picape equipada para carregamento de veículos com capacidade de 9 quilowatts-hora (kWh). Uma ajuda prática para cargas emergenciais em automóveis que eventualmente apresentem uma parada por falta de energia nas baterias. Bom, né?

A Porto também criou a Renova Ecopeças, empresa pioneira no mercado de reciclagem de carros no país. Direto pelo site da Renova Ecopeças você pode adquirir peças recicladas de qualidade, com garantia e baixo custo. Além de economizar, você ainda contribui com o meio ambiente!

Para saber mais sobre os cuidados da Porto com o meio ambiente, acesse este link aqui.