Dia Internacional da Saúde Feminina: o que você precisa saber

28 de maio é o Dia Internacional da Saúde Feminina. A data, criada em 1987, lembra a desigualdade do acesso à saúde de homens e mulheres. Questões socioculturais, como o machismo, estão diretamente ligadas à omissão desse cuidado; além de questões sanitárias.

Para se ter uma ideia, uma em cada quatro adolescentes brasileiras não tem um pacote de absorventes quando a menstruação chega. Quase 20% não têm acesso à água e mais de 200 mil estudam em escolas com banheiros sem condições de uso. É o que aponta pesquisa feita pelo movimento Girl Up. Essa ausência de saneamento e de absorvente favorece o aparecimento de infecções genitais, por exemplo.

Outras datas importantes

O 28/05 relembra outras datas importantes e correlatas: o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. No Brasil, entre 1996 e 2018, cerca de 39 mil mulheres morreram, durante ou após o parto, de acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). As que mais morrem são as mulheres pretas e pardas.

Outro dificultador, além da questão de raça e classe, que chegou em 2020, foi a pandemia, que retarda o acesso aos cuidados necessários à saúde da mulher.

Por isso, preparamos este artigo para você ficar por dentro da importância de, mesmo com as restrições sanitárias atuais, tentar buscar ajuda, para tratar doenças que prevalecem nas mulheres, como endometriose, fibromialgia, depressão, câncer de mama e  de colo do útero. No próximo tópico, você vai entender um pouquinho da importância de cada exame na rotina ginecológica.

Check-up anual: por que eu preciso fazer

  • O exame clínico com um(a) ginecologista pode detectar precocemente aspectos como: nódulos, irregularidades, retrações, aderências da pele e secreções nas mamas; alterações nos gânglios linfáticos das axilas; aumento na tireoide. No exame pélvico de toque, é possível sentir a posição, tamanho e alterações no útero, ovários e trompas; ver também se há secreções que denotem infecções e lesões suspeitas.
  • Com o papanicolau, o médico(a) sabe se há infecções e lesões pré-malignas no colo do útero (tipo de câncer muito associado ao HPV);
  • Quando há alterações no papanicolau, é importante fazer uma colposcopia, para investigar melhor as lesões encontradas.
  • Mamografia para mulheres acima dos 35 e ultrassom de mamas para as que têm menos. Com esses exames, são identificados nódulos, microcalcificações, que podem indicar câncer.
  • Exames de sangue conseguem mostrar como estão os hormônios, vitamina D e entender sintomas como queda de cabelo, secura vaginal, ondas de calor, alteração no ciclo menstrual, no peso, entre outros sintomas.

Enquanto você não agenda sua consulta, separamos também algumas dicas de higiene íntima, para te ajudar no dia a dia. Vamos lá?

  • Lave a vulva com água e sabão neutro, para evitar que a microbiota vaginal fique desequilibrada. O uso diário de sabonete íntimo não é recomendado.
  • Use roupa íntima de algodão e evite peças muito apertadas. Quanto menos abafada a região, mais conforto você terá. Se sentir confortável, não use calcinha na hora de dormir ou quando estiver em casa. 
  • Lenços umedecidos e papel higiênico perfumado não são indicados, porque podem irritar a região íntima e provocar até secura vaginal. Protetor íntimo diário também não é recomendado.

Mas além de todos esses cuidados com a saúde íntima, ainda há a preocupação financeira que milhões de brasileiras assumem sozinhas como chefes de família. No Brasil, 28,9 milhões de famílias são chefiadas por mulheres. É o que diz a pesquisa “Mulheres Chefes de Família no Brasil: Avanços e Desafios”. Entre 2001 e 2015, houve um aumento de 105% nesse número, o que nos leva a perceber uma tendência de um cuidado, a longo prazo, por parte das mulheres, consigo e com seus familiares.

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